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18 de julho de 2019 Cirurgia RobóticaPectus

O peito escavado (ou pectus excavatum) é uma das deformidades mais comuns da parede torácica e é quatro vezes mais frequente nos homens. Para ser melhor entendido, é como um “buraco” no peito. Apresenta-se como uma depressão do esterno e das costelas. Pode ser resultado do crescimento excessivo das cartilagens que ligam as costelas ao esterno. Outra deformação do tórax é o pectus carinatum, que é uma projeção para a frente, popularmente conhecida como “peito de pombo”.

No caso do peito escavado, apesar de poder estar presente ao nascimento, a grande maioria dos casos só se manifesta durante o pico de crescimento da adolescência. Neste período, pode ocorrer um desenvolvimento desregulado do esterno e das costelas, o que resulta na depressão do peito, muitas vezes associada a uma postura incorreta e até a alterações da coluna. Não se conhece o gene responsável pelo desenvolvimento do pectus excavatum, mas sabe-se que há uma predisposição genética: em 35% dos casos há registros de familiares com a mesma deformidade.

As consequências dessas deformações não são poucas. Fisicamente, as pessoas com pectus excavatum são altas e magras e apresentam uma postura alterada. Do ponto de vista clínico, podem experimentar intolerância ao exercício físico, dor torácica e falta de ar.

Do ponto de vista psicológico é importante destacar que uma pessoa que tem o pectus, normalmente tem baixa autoestima devido a uma imagem corporal negativa, com repercussões psicossociais significativas. Adolescentes e adultos com uma dessas deformidades evitam muitas vezes situações sociais que incluam revelar o seu corpo (como uma ida à praia, à piscina ou a simples prática de uma atividade esportiva).

Classicamente, a correção passava por uma cirurgia complexa. Nos últimos anos, a abordagem passou a ser mais abrangente, com novas opções conservadoras e com uma técnica cirúrgica minimamente invasiva.


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4 de maio de 2019 Cirurgia Robótica0

Os avanços da robótica

A cirurgia torácica robótica é uma alternativa minimamente invasiva, em que são feitos pequenos cortes e se utilizam instrumentos finos e câmera de vídeo, sendo indicada para o tratamento do câncer de pulmão e outros tumores torácicos. É uma evolução da cirurgia, contando com avanços tecnológicos como a visão 3D, que possibilita uma visão ainda mais ampla ao cirurgião, maior amplitude de movimentos dos instrumentos cirúrgicos, que reproduzem as ações de punhos e mãos, além de propiciar maior precisão dos movimentos e menor lesão de tecidos do paciente.

Tais avanços possibilitam uma cirurgia mais segura, precisa e eficiente, proporcionando uma recuperação mais breve para o paciente. O robô é sempre comandado por um cirurgião treinado e certificado, que fica no console. Todos os seus movimentos são realizados pelo cirurgião.
O console dispõe de sensores, que travam os braços do robô caso o cirurgião se afaste deles. Um outro cirurgião, o assistente, que também recebeu treinamento e certificação específica, permanece ao lado do paciente durante toda a cirurgia, sendo responsável por efetuar algumas manobras durante a cirurgia e verificar o bom funcionamento dos instrumentos.

Esta modalidade cirúrgica mais precisa, oferece, entre outras vantagens menos dor e um menor tempo de recuperação no pós-operatório; menos risco de sangramento e infecções; menor tempo de internação e incisões menores.




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Exercer com excelência a Cirurgia Torácica, com foco no paciente e tratamento humanizado.



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